Atividade Israelense ilegal Intensifica-se Depois da Conferência Annapolis
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Primeiro-Ministro israelita Ehud Olmert: Israel continuará construindo casas em
Jerusalém Oriental |
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Memorando de CBINP, Março 2008
A atividade ilegal de assentamento israelense dentro e ao
redor de Jerusalém do Leste ocupada intensificou-se depois
da conferência Annapolis em Novembro de 2007.
O governo israelense, em conjunto com organizações
colonizadoras está trabalhando contra a visão brasileira que
apóia a
Organização para a Libertação da Palestina (OLP) no
relançamento das conversações de paz para a solução de dois
estados.
A comunidade internacional tem a obrigação de impedir que
Israel realize qualquer atividade adicional no acampamento
durante todo o território Palestino ocupado por Israel em
1967
O Brasil, na preparação para a conferência de Annapolis
de 2007, e em apoio à OLP para relançar as negociações de
paz com Israel, enviou o Ministro das Relações Exteriores
Celso Amorim para estar presente e entregar um documento e
estimular a comunidade internacional, que um estado
palestino deva existir e para que os problemas na região
sejam resolvidos.
Toda a atividade no acampamento israelense nos Territórios
Ocupados Palestinos (OPT) é ilegal, porque viola o artigo 49
da Quarta Convenção de Genebra, a proibição contra adquirir
território pela força, o direito Palestino à auto-determinação,
assim como as Resoluções 242 e 338 do Conselho de Segurança
das Nações Unidas. As Nações Unidas, a Corte Internacional
de Justiça, e a maioria esmagadora de estados que
compartilham esta visão. Conseqüentemente, a comunidade
internacional tem a obrigação de impedir que Israel realize
qualquer atividade adicional no acampamento durante todo o
território Palestino ocupado por Israel em 1967; incluindo
Leste Jerusalém, começando com o
“bloco” Adumim, o plano E-1 e o Muro de Adumim.
Um genuíno gelado acampamento, assim como o
único chamado para o Quarteto Mapa Rodoviário, assegurará de
que nenhum dano a mais seja feito para a solução de
dois-estados antes das atuais negociações. Tal gelo deve
incluir um fim a tudo:
- Construção no OPT de acampamentos e
acampamentos-relacionados, especialmente em Leste
Jerusalém, incluindo o Muro|
- Financiamento privado e governamental e incentivos
para colônias e colonos
- Planejamento de colônias e licença para construção e
conclusão do orçamento para novos e acampamentos
existentes
- Confiscações de terras, demolição de casas e
destruição de outras propriedades, sem se importar com
desculpas
Os líderes brasileiros têm nos últimos meses começaram a tomar uma posição mais forte na promoção
das perspectivas da solução de dois estados
Os líderes brasileiros têm nos últimos meses através de
reuniões com membros parlamentares e Representantes da
Câmara dos Deputados Vieira da Cunha, Aldo Rebelo e o
presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Países Árabes, Nilson
Mourão, começaram a tomar uma posição mais forte na promoção
das perspectivas da solução de dois estados.
O Comitê Brasileiro de Interesse Nacional Palestino enxerga que os alojamentos coloniais foram construídos nas
vizinhanças palestinas densamente povoadas em
Jerusalém do
Leste, incluindo a cidade velha, estão contra o endosso da
Câmara Brasileira dos Deputados da solução de dois estados,
e continua buscando caminhos para o Brasil ajudar a trazer a
uma paralisação da expansão colonial israelense em Jerusalém
do Leste, os quais Palestinos querem como a capital de seu
futuro estado.
Resumo Básico dos Fatos
- O governo israelense continua a promover fragmentos
da vizinhança Palestina dentro e ao redor de Jerusalém
do Leste.
- O governo israelense restringe desenvolvimento
palestino.
- O governo israelense bloqueia cidadãos Palestinos
terem acesso à Cidade Velha.
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