Palestinos ainda sofrem com diferenças sob ocupação Israelita
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Violência Israelita |
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Memorando de CBINP, Novembro 2008
Israel aidna não poder cumprir disse que os
Palestinos necessidades humanas básicas, e grande parte da sociedade
Palestina continua a receber declarações israelenses, como propaganda, que não responde as suas aspirações
para exercitar seus direitos de determinação própria, diretor executivo do CBINP disse
Husam Bajis disse para oficiais do governo Palestino e
governantes durante uma visita
mais recente à Palestina Occupada e Israel.
Apesar das muitas promessas de Israel em
melhorar suas condições, não distinguir pessoas por sua origem étnica, raça,
religião e nacionalidade, a partir de ano 1967, e o compromisso da Autoridade
Nacional Palestina em melhorar a situação a partir de ano
1993, Palestinos vivendo sob a
ocupação militar na
Cisjordânia, em estado de sítio na Faixa de Gaza, e em especial sob administração civil em
Jerusalém, ainda lutam para ter controle sobre sua própria
vida e terra, Bajis disse.
Durante a visita oficial do comitê à Terra Santa, encontros foram
realizados com oficiais do governo local, especialistas em
direitos humanos e com representantes de sociedades civis.
As reformas são necessárias segundo as Nações Unidas
As reformas são necessárias segundo as
Nações Unidas para,
garantir, que os pessoas vivendo sob a ocupação e dentro de
um Estado que tem divisões étnicas, poderão exercitar seus
direitos de determinação própria, dentro de um Estado que
terá respeito à diversidade, que promove identidade, a
inclusão social, e a igualdade, locais e internacionais, afirmou o diretor
de assuntos políticos, Marcio Darlei Macedo, Presidente e
Diretor de Assuntos Políticos do CBINP, em um comunicado
lançado a funcionários do governo de Brasília.
Os Refugiados Palestinos, os Palestinos vivendo na Diaspora
e na Palestina Ocupada
- O povo Palestino universalmente estão enfrentando
discriminação que várias vezes resulta em hostilidade
pela informação enviada por Israel para outros países,
chamada de hasbara em hebráico e propaganda em português.
- Muitos palestinos não sabem os Nações Unidas
Direitos dos Povos indígenas, mesmo quando eles foram
reconhecidos pela constituição nacional.
- Diferente de seus correspondentes na América do
Norte e Europa, os líderes árabes ns
América do Sul e no
Caribe enfrentaram a propaganda israelense com mais
eficiencia.
- Enquanto comunidades encontradas na
Palestina Ocupada recebem alguma ajuda na entrega de
serviços para eles, eles não possuem o controle total e muitas
vezes sofrem com o paternalismo de organizações não governamentais.
- Enquanto ricos na apoio, Autoridade Nacional
Palestina na Cisjordânia-Palestina Ocupada continuam
quebrados economicamente, sem oportunidades para crescer mesmo que seja a mais simples das empresas, e são
continuamente sufocados pela
bloqueios
Israelense.
- Saúde e educação para
mulheres e crianças vivendo na
Palestina Ocupada continuam pobres.
É evidente que as pessoas que residem na
Palestina Ocupada frequentemente não conseguem controlar as
decisões que afetam seu dia-a-dia e suas terras.
- Para os palestinos expulsos por causa das
incursões
diárias e colocação de minas em suas terras e colheitas
pelo exército israelense, tanto do sector
privado-domínio e público-domínio.
- Para os colonos Israelenses que tiveram suas terras
oficialmente segregadas e registradas
Resumo Básico dos Fatos
- A fundamental liberdade para os Palestinos vivendo
em territórios ocupados ainda estão sob ameaça 15 anos
após o acordo de Paz de Oslo.
- Proteção de defensores dos Direitos Humanos locais e
estrangeiros é quase inexistente.
- Matanças extraoficiais
por militares Israelenses na Faixa de Gaza e violência rural
por parte de colonos Israelenses na Cisjordânia
é uma ameaça à paz.
O Comitê Brasileiro de Interesse Nacional Palestino
continua
buscando em ativistas pró palestina no Brasil para somar em
um objetivo a longo prazo, para formar uma campanha
nacional de educação sobre os questões Palestinos com respeito a diversidade por
construente pontes
de entendimento mútuo entre Brasil-Palestina, guiado pela
parceria com o Governo Brasileiro com o Autoridade Nacional Palestina, que tem como meta
principal estabelecer um Estado separatista Palestino.
Este memorando serve como parte de um estudo
independente que informa os membros do comitê. Com o
apoio de seus membros, o Comitê Brasileiro de Interesse
Nacional Palestino continua a promover o Brasil como chave
para paz Palestino-Israelense, e promove os interesses do
Brasil no Oriente Médio por aconselhar seus membros a
manterem contato com Membros de Congresso, para apoiar
importantes iniciativas que levariam à criação de um Estado
Palestino.
O Comitê Brasileiro de Interesse Nacional Palestino é uma
organização sem fins lucrativos cuja principal missão é
trabalhar com o corpo legislativo do Brasil na legislação
que fortalece a relação entre Brasil e Palestina.
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