Sem mudanças na política Israelense sobre o genocídio Palestino
 |
| Vítimas na Gaza são identificado e
separado fora pelo Israel por causa do étnico ou identidade religiosa |
|
|
CBINP Instrução, Agosto 2008
Israel precisa mudar sua política na deliberada e
sistemática destruição 5,000 anos da herança Palestina e sua cultura, e
continua construindo um muro ao redor das cidades e
vilarejos Palestinos, dizendo que cabe importa aos
historiadores, e não aos políticos, discutir assuntos
relativos ao genocídio.
O muro, que começou a ser construído em 80% de
terra Palestina, tem como função isolar os vilarejos palestinos na
Cisjordânia, e especialmente no
leste de Jerusalém, forçando
a milhares deixarem suas casas, pois são considerados uma
ameaça a segurança.
Por causa das políticas de genocídio Israelense, a pobreza
está em 60% da Palestina ocupada, com altas de 80% em Gaza.
450 mil israelenses ilegais agora vivem em 150
assentamentos
ilegais na Palestina ocupada. Postos de checagem e bloqueio
de estradas são atualmente mais de 561, o que é uma
ferramenta primária para Israel impor a pobreza para os
palestinos e deliberadamente corromper a
economia Palestina.
A expulsão dos Palestinos e a negação da liberdade religiosa
continuam
Colonos ilegais Israelenses vivendo na terra Palestina são
conhecidos por incendiar casas palestinas, expulsá-los de
sua terra e deixar seus cães soltos nos vilarejos. Os
palestinos na Cisjordânia vivem sob constante ameaça de
expulsão, e são rotineiramente proibidos de viajar pequenas
distâncias para rezar. Para
cristãos de Belém, viajar uma
distância de 10 kilômetros até a cidade antiga de Jerusalém
é impossível sem uma autorização especial de Israel. Estudos
recentes indicaram que Belém possui menos 9% da
população
cristâ que possuía há oito anos, por causa das políticas de
genocídio Israelenses, focando em expulsar Palestinos de sua
terra natal.
Ocorrências diárias de humiliação nos pontos de controle,
confisco de terras, ocupação illegal e colonização, falta de
movimentação e acesso a serviços fundamentais, desemprego,
pobreza, estão contribuindo para o crescimento de uma
diáspora palestina.
A tentativa de Israel em reduzir a raiva mundial sobre suas
práticas discriminatórias com Palestinos está experimentando
uma crise, e isto não ocorre somente graças a escalada do
genocídio palestino dentro dos territórios ocupados, o que é
muito evidente. Talvez é por que o genocídio atingiu os
limites da diáspora Palestina, de acordo com o Husam Bajis,
Diretor Executivo do CBINP. "Muitas nações na
América do
Sul especificamente não estão permitindo que Israel imponha estas injustiças,
práticas opressivas e discriminatórias em Palestinos dentro
de suas fronteiras".
CBINP continua a lutar pela diáspora palestina, como forma de estimular a vontade do povo
palestino.
Com o apoio de seus membros, o Comitê Brasileiro de
Interesse Nacional Palestino continua a promover o Brasil
como chave para paz Palestino-Israelense, e promove os
interesses do Brasil no Oriente Médio por aconselhar seus
membros a manterem contato com Membros de Congresso, para
apoiar importantes iniciativas que levariam à criação de um
Estado Palestino.
O Comitê Brasileiro de Interesse Nacional Palestino é
uma organização sem fins lucrativos cuja principal missão é
trabalhar com o corpo legislativo do Brasil na legislação
que fortalece a relação entre Brasil e Palestina.
|