Brasil enviou uma nota de protesto ao Israel
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| Congresso Nacional |
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CBINP Instrução, Agosto 2008
Brasil enviou uma nota de protesto ao ministério das
Relações Exteriores de Israel condenando a ação que manteve
a filha de embaixador do Brasil Pedro Motta Pinto Coelho em
Tel Aviv, detida por cerca de três horas na imigração do
aeroporto internacional Ben Gurion em Lod-Israel, segundo a
Ministério das Relações Exteriores de Brasil.
A embaixadora de Israel em Brasília, Tzipora Rimon, foi
ainda chamada pelo chefe do departamento de Oriente Médio do
Itamaraty, Sarkis Karmirian, para prestar esclarecimentos
sobre o episódio. O incidente diplomático aconteceu na
madrugada da 17/7/2008, quando a filha do embaixador, Laila
Pinto Coelho, de 25 anos, foi retida para investigações ao
chegar ao Israel para uma visita de um mês.
Informado da detenção, Sr. Motta se apresentou como
diplomata e pediu que a moça fosse liberada. Ele foi
recebido com grosseria e expulso da sala. Fizeram uma
grosseria terrível, o oficial me mandou sair da sala aos
gritos, dizendo não ter nada a dizer; e tive que telefonar
ao plantão de emergência do ministério israelense no meio da
madrugada, o oficial se recusou sumariamente a falar com o
embaixador no telefone contou Sr. Motta.
O caso só foi resolvido com a intervenção do chefe do setor
protocolar da Chancelaria de Israel, embaixador Itzhak Eldan.
Em sua terceira visita a Israel, além de visitar os pais,
Laila, estudante de medicina, pclassificou o incidente como
"humilhante" e reclamou da agressividade dos agentes
israelenses.
Para embaixador, um incidente sério
Sr. Motta considera o episódio um incidente sério - Não
reconheceram minha condição de representante legal dos
brasileiros e do governo do Brasil. Minhas credenciais
outorgadas pelo próprio governo israelense foram ignoradas.
Não espero desculpas, mas sim que o Brasil e seus cidadãos
sejam reconhecidos e respeitados em Israel e no mundo.
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