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| Cidade de Gaza, onde mais da metade da
população são crianças, é sob ataque por causa de estado patrocinado terrorismo
do Israel. |
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Instrução de
CBINP, Dezembro 2008
O governo brasileiro criticou a decisão de Israel de
realizar bombardeios aéreos sobre a Faixa de Gaza, e
estendido sua solidariedade aos familiares das vítimas dos
bombardeios.
A escalada da violência na região após o fim do cessar-fogo
entre Israel e Hamas prejudica os esforços em favor de uma
solução negociada e pacífica para o conflito
palestino-israelo, observou o Ministério de Relações
Exteriores do Brasil no sábado, 27 de dezembro de 2008.
O que Israel está fazendo em um dos mais densamente povoados
extensões de terra no mundo, no final do ano de 2008, onde o
taxa de desemprego é superior em qualquer outro lugar do
mundo, é um crime de guerra.
O Governo de Israel tem de acabar o cerco e a guerra em
Gaza, pelo bem de seus países vizinhos, pelo bem da média
cidadão palestino, pelo bem da média cidadão israelita, e
pelo bem da paz. O ciclo vicioso deve terminar, mais cedo que mais tarde.
Destruição e despovoamento de vilas e aldeias Palestinas vem
ocorrendo ao longo dos últimos 60 anos.
Os ataques militares a vilarejos e bairros Palestinos
começaram em dezembro de 1947, poucos dias depois que o
plano de resoluções das Nações Unidas, lançado no dia 29 de
novembro de 1947. Assim, muitos palestinos fugiram devido
aos ataques diretos as suas cidades e vilarejos; outros
foram expulsos a força por forças militares judaicas.
Massacres de civis palestinos criaram uma atmosfera de medo
que levaram a busca de lugares mais seguros, com a esperança
de retornar uma vez que as hostilidades acabassem.
O massacre mais famoso aconteceu em Deir Yassin on de, pelas
estimativas mais conservadoras, as tropas Irgun e Stern
assassinaram mais de 100 palestinos, mulheres, crianças e
homens.
Irgune, abreviação para Organização Nacional Militar na
Terra de Israel, um predecessor para o atual partido Likud
Israelense, incluindo ataques contra Palestinos e Britânicos,
e expressou a ideologia de que todo Judeu tem o direito de
entrar na Palestina. Atualmente, as forças militares
Israelense demonstram demolir moradias e formar colônias em
terras Palestinas.
Mais de um milhão palestinos vivem em campos de refugiados
na Palestina ocupada, incluindo Gaza. Líbano, Síria,
Jordânia e Arábia Saudita têm mais de 3 milhões de
refugiados palestinos. Egito não é diferente, que tem cerca
de 70.000, e não está preparados para aceitar a massa de
refugiados palestinos, já que tem bastante problemas já
sociais e econômicas.
O Oriente Médio precisa de soluções para a paz, não guerras.
Ainda que a situação em relação à ocupação na Palestina é
complexa, a solução é simples:
O fim da ocupação. O direito de retorno dos refugiados, e a
designação de Jerusalém Oriental como a capital de um futuro
Estado palestino, dentro das fronteiras de 1967.
Brasil já expressou ás nações do Quarteto de Madri e
entidades internacionais composto pelos Estados Unidos,
Rússia, a União Européia e as Nações Unidas, sua disposição
para participar mais ativamente nos esforços internacionais
para obrigar Israel trazer um fim a ocupação palestina.
Brasil já disse, na Conferência de Paz em Annapolis, as
negações de uma terra para um acordo de paz devem
-
Permanecer com o princípio de direção de uma solução
durável e negociada.
-
Levar a um estado Palestino soberano, democrático,
coesivo e economicamente viável nos territórios ocupados
desde 1967.
-
Incluir medidas eficientes para proteger e segurar Israel
de atos de violência.
-
Ser abrangentes e inclusivas, e permitir que vozes
moderadas sejam fortalecidas.
-
Incluir decisões corajosas, que implicarão
necessariamente concessões, e não há dúvida que serão
dolorosas.
-
Prevalecer acima de posições farisaicas rígidas, que só
levam à mágoa e a hostilidade.
Depois de sessenta anos de desconfiança mútua e contínua violência, o tempo veio para direcionar o problema realisticamente e efetivamente. A discussão palestina -israelense persistiu para muito tempo. É essencial que um Estado Palestino independente seja estabelecido dentro de um horizonte de tempo crível. Ao mesmo tempo, as condições que permitem ao estado de Israel coexistir na paz com os seus vizinhos devem ser asseguradas.
Durante direção à paz, e
expressou sua confiança de que a Conferência de Annapolis
abrirá o caminho para um recomeço significativo e eficaz do
processo de paz.
O Comitê Brasileiro de Interesse Nacional Palestino:
-
Vê que a participação do Brasil irá revigorar o processo
de paz, desde que o Brasil tenha boas relações tanto com
Palestinos quanto com os Israelenses.
- Está atualmente trabalhando em estabelecer grupos
especiais entre brasileiros e palestinos para ajudar o
desenvolvimento econômico nos territórios Palestinos e
promover uma solução pacífica para a Questão da Palestina.
- Está trabalhando em estreitar as relações entre o Brasil
e os Palestinos. O Brasil foi o primeiro país Latino
Americano a reconhecer o status de observador pela Liga
Árabe, o qual a Palestina é membro.
- Deseja aumentar a contribuição Brasileira em ajudar os
Palestinos a alcançar seu sonho de ter um estado
economicamente viável e independente, para existir
pacificamente lado a lado de Israel, e considera que um
estado Palestino pode contribuir em promover a paz no
Oriente Médio.
- Continua promovendo o Brasil como chave para a paz
Palestino-Israelense, e promove os interesses do Brasil no
Oriente Médio incitando seus membros a manterem contato com
Membros do Congresso, para apoiar importantes iniciativas
que levariam à criação de um Estado Palestino.
- Vê que Judeus brasileiros e imigrantes árabes que
encontraram abrigo e refúgio no Brasil, pode ser usado como
exemplo da coexistência amigável de Judeus e comunidades
Árabes, fortalecendo o processo de paz e demonstrando
tolerância e diálogo.
O comitê elogia o Ministério das Relações Exteriores por sua
declaração em segurar o caminho para um estado Palestino,
que também apelou às partes que se abstenham de novos actos
de violência.
Anúncios semelhantes continuarão a ser apoiados.
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