Brasil: Hamas não é uma organização terrorista
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CBINP Instrução, Agosto 2008
De acordo com a declaração feita pelo embaixador brasileiro
Antonio Patriota, durante uma mesa de discussão promovida
pelo Instituto de política de segurança local da
Universidade George Washington em 29 de julho de 2008, o
Hamas tem um lado político que sustenta programas de bem
estar social no Oriente Médio, e diferentemente dos
Estados
Unidos, o Brasil não reconhece o Hamas como uma organização
terrorista. "Este assunto foi examinado exaustivamente",
disse Patriota. Ele se referia as preocupações dos Estados
Unidos como um "mito", dizendo que a iniciativa "Três mais
um" que unia recursos de inteligência do Brasil, Argentina,
Paraguai e Estados Unidos, não apresentou nenhuma evidência
para apoiá-los.
Não se pode presumir e nunca foi encontrado alguma
evidência que qualquer financiamento foi para iniciativas
militaries ou violentas
"Não se pode presumir e nunca foi encontrado alguma
evidência que qualquer financiamento foi para iniciativas
militaries ou violentas", disse ele. Patriota classificou
como injustas as declarações de alguns membros do governo e
da mídia, que o Brasil tinha um espaço sem governo. Ele
disse que o governo do
Presidente Lula da Silva promove uma
importante investigação na regiçao, e um dos maiores
desenvolvimentos criados após o 11 de setembro foi esta
mobilização do Três mais Um, que não apresentou nenhuma
atividade terrorista no Brasil, e na área da tríplice
fronteira com a Argentina e Paraguai. O membro do governo
brasileiro reconhece a utilidade da inciativa e pretende
mantê-la, assim como o Brasil possui outras áreas de
fronteira tríplice e outras causas que preocupam, afirmou o
embaixador Patriota".
O Brasil, terra de quase 60.000 palestinos e mais de 10
milhões de árabes, encoraja os Palestinos a seguir lutando
pelo processo de paz com Israel, de acordo com o
mapa e os
acordos já assinados previamente com a
Organização para a
Libertação da Palestina (OLP).
De acordo com o Diretor de Assuntos Políticos do CBINP,
Marcio Darlei Macedo, espera
que um
governo unido entre os partidos palestinos, incluindo
a Fatah e Hamas, irá reduzir as diferenças e suavizar o
caminho para a normalização das relações entre o Governo
Palestino e a comunidade Internacional.
"O Brasil está pronto para cooperar com qualquer governo
Palestino que busque, entre outras coisas, a formação e
consolidação de um estado Palestino economicamente viável, e
que ao mesmo tempo contribua para a paz e reconheça a
existência de Israel," afirmou anteriormente o Ministro das
Relações Exteriores Brasileiro, Celso Amorim.
Hoje, o Fatah dirigi o
Autoridade Nacional Palestina (ANP) encabeçado pelo
Presidente Mahmoud
Abbas, a qual recebe a maior percentagem per capta da
ajuda humanitária das Nações Unidas no mundo, é a autoridade
das pessoas palestinas vivendo na terra natal, enquanto o
Fatah dirigia a OLP, o qual
formalmente delega poder ao ANP, é responsável pelos
escritórios de representação Palestina no exterior e é o
único representante legitimo do povo palestino onde quer que
estejam.
Desejando promover as relações entre os países e melhorar a
amizade entre eles, o Governo Brasileiro e o Palestino estão
determinados a fortalecer e desenvolver as relações
econômicas, permitindo que a Palestina
participe de um
acordo de livre comércio com o Mercosul em novembro de 2008.
A CBINP espera que o surgimento destas declarações feitas
por diplomatas brasileiros sejam fonte para um suporte
substancial para a moral Palestina e sua economia, para que
a paz seja longa e genuína. Através do
programa Pontes para
a Palestina, CBINP tem participado efetivamente em encontros
com sociedades civis, partidos políticos, membros do
parlamento e continua a preparar e promover encontros para
aumentar a aceitação dos valores da paz e coexistência entre
palestinos e israelenses.
O Comitê Brasileiro de Interesse Nacional Palestino é
uma organização sem fins lucrativos cuja principal missão é
trabalhar com o corpo legislativo do Brasil na legislação
que fortalece a relação entre Brasil e Palestina.
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