Ações Israelenses Ameaçam Paz na Cidade Santa Segregando a Qualidade de Vida
O governo israelense está construindo somente unidades de alojamento judaicas
junto com sinagogas no meio do aglomerado de cristãos e muçulmanos em Jerusalém.
Somente lares judaicos dentro da Cidade Velha são destinados para controlar
tanto quanto o possível da Cidade Velha.
Desde que o Leste de Jerusalém foi tomado por Palestinos em 1967; Israel como
estado Judaico recusou-se a reconhecer Jerusalém como uma cidade pluralista e
tomou propositadamente medidas em mudança da composição demográfica e continua a
não fazer nada para melhorar a qualidade de vida para Jerusalemitas, mas
superlotando o local do patrimônio mundial da UNESCO com colônias judaicas.
Judeus extremista-ortodoxos e um
soldado israelita rezam em Jerusalém
A estratégia de Israel para
habitar tanta a terra Palestina quanto os poucos Palestinos é mais aparente em
Jerusalém. Cristãos e Muçulmanos estão excluídos da cidade enquanto colônias
judaicas ilegais forem construídas dentro e em torno nela.
Jerusalém é a cidade que conserva a herança nacional para muitos cristãos
Palestinos e muçulmanos e é também o centro para seus locais santos. É o centro
espiritual, cultural, econômico e social da Palestina durante toda a história.
A Autoridade Nacional Palestina (PNA) reconhece que Jerusalém é santa para
cristãos, judeus e muçulmanos, e que não pode ser exclusivamente para somente
uma religião. Entretanto, desde que Israel fechou o escritório da Organização
para Libertação da Palestina (PLO), a Casa Oriente na cidade ocupada em 2001, os
Palestinos não tem nenhuma palavra na cidade.
É muito lamentável e decepcionante que a comunidade internacional não fez
qualquer coisa para manter Israel responsável por sua violação dos direitos
humanos e da lei internacional, e para desencorajar Israel de ir adiante com
medidas drásticas e desumanas contra os Palestinos.
CBINP está trabalhando em trazer mais atenção ao problema tanto quanto possível
encontrando com diplomatas brasileiros e informando-os das ameaças a Jerusalém
assim como apoiando a imposição da Quarta Convenção de Genebra contra Israel.