O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou, nesta
quarta-feira, o túmulo do líder palestino Yasser Arafat, morto em 2004, e se
disse disposto a conversar com todas as partes, inclusive o movimento
islamita Hamas, ao final de uma viagem histórica aos territórios palestinos.
Ele também inaugurou a "rua do Brasil" em Ramallah (Cisjordânia), onde fica
a sede da Autoridade Palestina, antes de um encontro com o presidente
palestino, Mahmud Abbas. "Estou muito feliz de que a rua do Brasil fique em
frente ao mausoleu de Arafat; isto demonstra o carinho que o povo palestino
sente pelo povo brasileiro", declarou Lula durante a cerimônia, na presença
do primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad. Lula também afirmou,
durante entrevista coletiva junto com o presidente Abbas, que seu país está
disposto a conversar com o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, para ajudar
os esforços de paz... leia
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Israel tem de aceitar que a independência tem um custo
Memorando de
CBINP, Março 2009
Israel tem de aceitar que a independência tem um custo, e
que nenhum acordo pode ser aceite sem o reconhecimento do Direito de Retorno.
Judeus de todo o mundo e mesmo convertidos ao judaísmo obtem a permissão de
imigrar para Israel sob a Lei do Retorno; mas em uma clara demonstração de
discriminação religiosa e étnica, as populações de nativos palestinos
mulçumanos e cristãos são proibídos de retornar as suas casas. Israel se
nega a tratar a legislação internacional com respeito a população de nativos
não judeus. Israel se define como um Estado Judeu e os palestinos refugiados
são cristãos e mulçumanos. De acordo com as leis internacionais, civis
fugitivos em uma guerra possuem o direito de retorno. Resolução das Nações
Unidas 194 - aprovada no dia 11 de dezembro e ratificada anualmente desde
1948, Os refugiados palestinos desejando retornar para suas casas e viver em
pais em seus bairros, devem obter permissão para retornar o mais rápido
possível, e uma compensação deverá ser paga pela propriedade daqueles que
optarem por não retornar... leia
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Comissão da Câmara dos Deputados insta ao Governo a estabelecer uma
Embaixada para Estado da Palestina
Instrução de
CBINP, Março 2009
Há sessenta e um anos, o mundo testemunhou expulsão de mais
de 800 mil palestinos de suas cidades e vilarejos, a matança de civis e
destruição de milhares de suas casas. Hoje, os palestinos originariamente
refugiados e seus descendentes estão estimados em formar um grupo com mais
de 7 milhões de pessoas, têm um verdadeiro parceiro para ajudá-los a
estabelecer o seu novo lar na Terra Santa. Um dos mais dinâmicos e altamente
produtivos países do mundo, Brasil, com respeito para o interesse da
comunidade internacional, começou a preservar e manter os direitos
palestinos e realizações. Em 18 de março de 2009, a Comissão de Relações
Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, votada o projeto de
lei que autoriza o governo federal a doar um terreno em Brasília para as
futuras instalações da embaixada da Palestina, segundo a InfoRel. InfoRel
também informou que, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores,
constitui matéria de especial interesse, no âmbito da política externa
brasileira, a doação de lote à Palestina, a fim de que a Delegação tenha
sede própria em Brasília... leia
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Líderes brasileiros fortemente apoiam criação da Palestina
Líderes brasileiros de tudo o domínio político apoiou fortemente o
direito de palestinos para existir diante dos ataques israelitas sobre o
territorios Palestinos ocupados.
Brasil e Palestina Assinam Acordo
estimulado pelo CBINP
O Ministro de Relações Exteriores Brasileiro Celso Amorim e o Ministro
de Negócios Estrangeiros da Palestina Riyad al-Malki assinaram um acordo
estimulado pelo Comitê Brasileiro de Interesse Nacional Palestino (CBINP)
que designa a Palestina como maior aliado da Liga Árabe do Brasil.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva na terça-feira, 27 de março
de 2009, defendeu independência da Palestina.
Ao abertura da 2ª Cúpula América do Sul-Países Árabes, em Doha, capital do Catar,
o grande presidente Lula disse que não é possível que depois de tantos anos de
negociações freqüentemente interrompidas por ações militares, não tenhamos ainda
um Estado palestino coeso e economicamente viável, não é possível o mundo
continuar insensível ao sofrimento do povo palestino.
O governo brasileiro tem anunciado várias medidas que poderiam ajudar o país
aderir ao CSNU, especificamente relacionados com avanço no caminho de
independência nacional para os palestinos e segurança para os israelitas, e tem
falado persistentemente a favor de um cessar fogo, e contra os atos de
hostilidades mútuas.
O Comitê Brasileiro de Interesse Nacional Palestino elogia o Brasil por esta
declaração que reafirmou o compromisso com a Palestina, e sublinhou a
importância da Palestina para o Mundo. O Brasil foi o primeiro país Latino
Americano a reconhecer o status de observador pela Liga Árabe, o qual a
Palestina é membro... leia
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Atravessando a Abertura Relatório:
Guerra só acaba com criação do Estado da Palestina, diz diretor
executivo de CBINP
Periódico de
CBINP, Março 2010
A colonização israelense em territórios reivindicados por
palestinos voltou ao centro das discussões nessa semana, com a
pressão internacional para que o governo israelense interrompa a
construção de 1.600 casas na porção oriental de Jerusalém. A medida
gerou críticas até mesmo do mais tradicional aliado israelense, os
Estados Unidos. Na última sexta-feira (19), o grupo diplomático
Quarteto para o Oriente Médio (formado por EUA, União Europeia,
Rússia e ONU), que tenta estabelecer um plano de pacificação entre
judeus e palestinos, pediu que Israel congele todos os assentamentos
–ao mesmo tempo em que os palestinos não tomem medidas para
prejudicar o começo das negociações.
Os diplomatas também traçaram um plano para que as duas partes
atinjam a paz em dois anos. A população israelense está dividida –
segundo pesquisa encomendada pelo jornal “Yediot Aharonot” na
sexta-feira, 51% dos entrevistados são a favor da construção de
novos assentamentos em Jerusalém, contra 46%. Em outro levantamento,
publicado no mesmo dia pelo periódico “Haaretz“, a diferença é de 48
a 41%, respectivamente... leia mais